segunda-feira, 12 de janeiro de 2009







FLAMENCO

TOCAOR - óleo sobre tela - 100 x 80

Esta obra esta publicada en la Enciclopedia "Historia del Flamenco" de la Editora Tartesos

de Sevilla

CANTAOR Y TOCAOR -óleo sobre tela 110 x 95
Esta obra esta úblicada en la Enciclopedia "Historia del Flamenco" de la Editora Tartesos
de Sevilla

CANTAOR - óleo sobre tela 90 x 65
Esta obra es portad de CD "2 Gritos de Libertad" del Concursode las carceles, promovido por la
Federación Andaluza de Peñas Flamencas y por la Conserjeria de Cultura de la Junta de Andalucia.

CUADRO FLAMENCO - óleo sobre tela 130 x 100

TAUROMAQUIA

PLAZA - óleo sobre tela 60 x 60


CARMEN Y TORERO - óleo sobre tela 130 x 100

TAUROMAQUIA - òleo sobre tela - 120 x 98

TAUROMAQUIA - óleo sobre tela - 100 x 80

TAUROMAQUIA - óleo sobre tela - 100 x 100

TAUROMAQUIA - óleo sobre tela - 100 x 80

TAUROMAQUIA - óleo sobre tela - 100 x 100

TORERO - óleo sobre tela - 100 x 80

DON QUIJOTE

DON QUIJOTE Y SANCHO PANZA - óleo sobre tela - 130 x 100


DON QUIJOTE Y SANCHO PANZA - óleo sobre tela - 120 x 98

DON QUIJOTE Y SANCHO PANZA - òleo sobre tela - 100 x 80

DON QUIJOTE Y SANCHO PANZA - óleo sobre tela - 120 x 98


DON QUIJOTE Y SANCHO PANZA - óleo sibre tela 100 x 80

DON QUIJOTE ARMADO CABALLERO - óleo sobre tablex 120 x 95
Colección José Francisco Salles Lopes, Bh

domingo, 11 de janeiro de 2009

EXPOSICION DE PINTURA FLAMENCA DE
CARLOS CARRETERO


Es una gran satisfacción para la Peña “La Platería” presentar una exposición de pintura de tema flamenco, del artista Carlos Carretero, en el marco de las “Jornadas a Enrique Morente”.
Carlos Carretero Genaro, nació en Madrid, pero su formación artística transcurrió en Granada y Barcelona en la Escuela de Artes y Oficios y en el Círculo Artístico de Sant Lluc de estas ciudades respectivamente.
Comenzó a exponer en España e el año de 1961 y desde 1971 se radicó en la capital del estado de Minas Gerais, en la magnifica y singular ciudad de Belo Horizonte, donde ha realizado numerosísimas exposiciones con enorme éxito de público y crítica. Ha expuesto también en Brasilia, Rio de Janeiro, Vitoria (ES) y Granada.
Autodidacta, adaptado a la luz y brillo del clima tropical después de cinco lustros en aquellas latitudes, se advierte en el artista, sin embargo, la profunda influencia de la tierra andaluza, no sólo por la temática –en este caso el flamenco-, sino por la frescura, el colorido y la expresividad de sus telas. Carlos Carretero cuando pinta no pretende fotografiar lo que ve, ni intenta impresiones o experimentos. Lo que plasma en sus cuadros son transposiciones de sus emociones vividas o sentidas creando contrastes al definir las líneas y trabar masas planas con pinceladas fuertes e impulsivas y absoluto dominio de los colores.
La animación de las figuras y el vigor y elegancia de las formas y gestos, unidos al juego de intensidades, da como resultado la impresionante fuerza de sus cuadros.
S nombre nos trae el recuerdo de su padre Angel Carretero, que estudió en París con Bacarisse, donde entró en contacto con el cubismo. Muy conocido en la Granada de los años veinte por sus exposiciones –Centro Artístico (1927) y Asociación de la Prensa (1928)- y por sus obras de decoración mural en el cine Aliatar de Granada, ermita del Niño de la Bola en Guadix e iglesias y santuarios de Andalucía.
La Peña la Platería agradece a Carlos Carretero su desinteresada colaboración al pintar expresamente para esta ocasión los cuadros que se exponen y desplazarse desde Brasil para acompañarnos en la inauguración de la muestra.

VICTORINO DEL CERRO
1994
CARLOS CARRETERO E A VIGOROSA
TRADIÇÃO DA PINTURA ESPANHOLA
Óleos



Mostra individual de Carlos Carretero, inaugura um novo espaço de exposições na cidade, que une a dança a música e às artes plásticas no Centro de Cultura Flamenca de Belo Horizonte.
O pintor espanhol, está representado nas suas diversas fases, transitando especialmente entre figuras humanas e as paisagens, como destaca a serie ora em cartaz na mais nova galeria da cidade.
Pinceladas largas oscilando entre os negros e vermelhos sobre tela branca, continua a ser a referencia maior no trabalho do artista ibero-brasileiro.
Na sua maioria, em grande formato, as obras apresentam uma síntese do trabalho dos últimos dez anos.
As peças ordenadas em series como figuras humanas isoladas ou agrupadas, ora cercadas com pássaros ou animais.
Paisagens ligeiramente construtivistas, cena de danças flamencas nas tavernas, a bailarina, o guitarrista, tudo aquilo relacionado com suas raízes.
Por outro lado, há colagens e recortes que se sobressaem, de acordo com a vigorosa tradição da pintura espanhola.
Filho do pintor Angel Carretero. Conceituado pintor espanhol que viveu quase três décadas no Brasil, na sua maioria em Belo Horizonte, ele nos remete ao que há de mais representativo da pintura espanhola no País.
As influencias do pai Angel e do ex-Conservador Chefe do Museu do Prado de Madri, Perez Rúbio, outro excepcional pintor espanhol que aqui viveu.
Voltando a mais nova galeria de arte da cidade, que vai ocupar a parte interna do Centro de Cultura Flamenca próxima aos jardins, acrescenta um novo ingrediente às suas funções: estreitar os laços entre artistas brasileiros e espanhóis, das mais diferentes gerações.
Daí, pela importância do artista e da iniciativa, recomendamos com entusiasmo.



Morgan da Motta
Jornalista e critico de arte membro da ABCA e AICA
ARTES PLÁSTICAS
CARLOS CARRETERO
Óleos



Carlos Carretero, não permite a separação entre arte e vida; por isso não busca novos caminhos na arte.
Carlos Carretero, não despreza as lembranças de sua rica paisagem espanhola que os espanhóis tanto amam, porem ele aproxima a paisagem brasileira é nesse encontro procura inculcar a sua fantasia artística para personalizar seus quadros, onde as características pictóricas se unem como no sentido da poesia.
O jovem artista não intenta experimentos ou impressões tiradas de aqui ou de ali; o que pinta são transposições das suas emoções vividas, sentidas, herdadas que se desenvolvem e traves de seus excelentes recursos plásticos como forma de expressão individualizada.
A animação das figuras e o vigor das formas associada à elegância do gesto se completam no quadro. Às vezes na vibração das cores; às vezes com o aspecto sombrio dos momentos dramáticos, situação mais comum de toda a historia espanhola.
Outra qualidade do pintor constante em Carlos Carretero, como bom espanhol é o virtuosismo da técnica nas pinceladas impulsivas e enérgicas, seguras e expressivas.


Mari’Stela Trstão
Critica de arte – Estado de Minas
1988